VIVER ENFERMAGEM EM CUIDADOS INTENSIVOS

segunda-feira, 26 de junho de 2017

A HIPOCRISIA DO TRABALHO EM EQUIPA




A HIPOCRISIA DO TRABALHO EM EQUIPA





São anos e anos a ver o mesmo cenário... nós formiguinhas para cá e para lá, muitas vezes com fardos pesadíssimos mas lá vamos carregando e carregando e sempre carregando e aguentando... dia após dia carregamos com tudo... sucessos e fracassos também vamos carregando... dizem que a chave para o sucesso é o trabalho em equipa, a filosofia tem de ser esta: equipa multi, inter e pluridisciplinar e blá blá blá... ...dizem que nós formigas não sabemos trabalhar em equipa, dizem que temos a mania que sem nós o sistema não funciona... eu não sei se temos essa mania...  alguns de nós até acho que têm... 

... na realidade uma equipa tem como grande objectivo ser bem sucedida na missão que desenvolve... palavra de ordem sucesso... este sucesso implica trabalho, atitude, empenho, motivação, abnegação, espírito de sacrifício, ambição e provavelmente muitas mais coisas... as equipas bem sucedias têm estas características... mas voltando ao que dizem... dizem que nós formigas não sabemos trabalhar em equipa, que temos a mania que o sucesso da equipa depende de nós... eu cada vez mais acho que eles têm razão, realmente não sabemos trabalhar em equipa, gerimos muito mal o nosso papel na equipa porque sabemos qual o nosso papel, as nossa, funções mas para além disto sabemos também qual o papel dos outros e de outros, fazemos o nosso e ainda lembramos a alguns dos outros o que têm de fazer, e voltamos a lembrar e ainda voltamos a lembrar ao mesmo tempo que vamos fazendo o nosso e garantindo que outros e alguns dos outros acabem por fazer o favor de fazer o que têm de fazer... 
...realmente não sabemos trabalhar em equipa porque se soubéssemos provavelmente as coisas não iam dar sempre ou quase sempre certo e aí naquele momento em que os mesmos que dizem que nós formigas não sabemos trabalhar em equipa perguntassem: "porquê que não deu certo desta vez?" "O quê que falhou?" Ou "o quê que vocês não fizeram desta vez?" É preciso salientar que as perguntas são sempre feitas às formiguinhas porque numa equipa são só estas a errar, o resto é só gente perfeita e competente... a velha máxima aqui faz sentido, se fizeres muito erras muito, se fizeres pouco erras pouco e se não fizeres nenhum não erras e levas com uma promoção

...Mas como dizia se a eles (os tais que só têm perguntas para fazer às formigas) respondermos algo do tipo: "nada, não fiz nada para além do que deveria fazer, fiz bem o meu trabalho e ainda lembrei 50 vezes aos outros e a alguns de outros que tinham que fazer o seu trabalho ou pelo menos aparecer no trabalho" mas como acho que só tenho a obrigação de obrigar aqueles que ainda dependem de mim a fazer determinadas coisas( pelo menos por enquanto disso o Pedro e a Bea não se livram) não posso e não consigo obrigar gente adulta e responsável a fazer o seu trabalho... enfim uma equipa é isto, um conjunto de pessoas a trabalhar com os mesmos objectivos com as mesmas funções ou não, sendo que cada um é um elemento fundamental para o sucesso do trabalho realizado por essa equipa... acho que é isto, acho que cada um deve de se comprometer com o trabalho que tem de realizar e garantir que é bem feito por si, não estando à espera que outros (as tais formiguinhas) lhe lembrem a cada momento que é preciso fazer isto ou aquilo, afinal somos todos adultos que não deveriam necessitar que a mamã acorde todos os dias para ir para a escola... 

Na realidade (dura por vezes) o que se passa é que nos sucessos agradece-se ao trabalho da equipa e muitas vezes com enfâse a determinados elementos da equipa que são especiais ou talvez espaciais porque por vezes até parecem seres de outro planeta (geralmente aos menos envolvidos, na minha opinião mas provavelmente estou errado), por outro lado nos fracassos não se agradece como é óbvio mas pede-se contas sempre aos mesmos, as tais formigas que não sabem trabalhar em equipa e que têm de justificar o seu trabalho e o porquê de outros e alguns dos outros não terem feito o que deveriam ter feito e ainda ouvem coisas do tipo: porquê que só lembraram 50 vezes a outros e alguns dos outros o seu trabalho.... e esta hein???? Não sabemos mesmo trabalhar em equipa... Na verdade quando se falha, alguém não fez bem o seu trabalho... por isso alguém ficou prejudicado... na realidade todos foram prejudicados mesmo os que fizeram o seu trabalho... na equipa todos têm o seu papel, funções e obrigações... 

... há coisas que têm de vir de cima para baixo e não de baixo para cima... eles (os que dizem que as formigas não trabalham em equipa) têm que saber que estão uns lugares acima na pirâmide e que as formigas estão na operação e não podem também lembrar a estes que estão mais para cima na pirâmide o que têm de fazer... não é a formiga que tem de dizer a outros elementos da equipa que não estão a cumprir com o que se comprometeram... são os que pedem contas ás formigas que têm de perguntar aos especiais ou espaciais o porquê de não terem feito o seu trabalho... a cada um o seu papel sem confusões e sem hipocrisias... o sucesso é de todos e o fracasso também... as formigas não podem fazer tudo... há lugar para todos...






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quinta-feira, 22 de junho de 2017

CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS CONVULSÕES




CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS CONVULSÕES








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terça-feira, 20 de junho de 2017

CÁLCULO DA SUPERFÍCIE CORPORAL QUEIMADA - REGRA DE LUND BROWDER






CÁLCULO DA SUPERFÍCIE CORPORAL QUEIMADA - REGRA DE LUND BROWDER


Adaptado de: http://www.misodor.com/QUEIMADURAS.html





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terça-feira, 13 de junho de 2017

ÍNDICE DE DESMAME VENTILATÓRIO





IDV
ÍNDICE DE DESMAME VENTILATÓRIO FERRARI-TADINI





ADAPTADO DE: http://www.medicinaintensiva.com.br/idv-informacoes.htm







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terça-feira, 6 de junho de 2017

PLANO DE TRABALHO DO TURNO





GUIA ORIENTADOR/PLANO DE TRABALHO DO TURNO










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domingo, 4 de junho de 2017

PASSAGEM DE TURNO






PASSAGEM DE TURNO












É um momento de partilha de informação entre quem cuidou e quem vai cuidar de modo a garantir que toda a informação importante para garantir a continuidade de tratamento e a segurança dos cuidados.


Esta passagem de informação deve ser sistematizada, deve ser abrangente incluindo aspectos gerais e particulares dos cuidados.



Em cada unidade existem linhas de conduta relativamente a esta passagem da informação, cada serviço/unidade tem as suas rotinas. Em algumas unidades a passagem de turno faz-se a dois tempos. Num primeiro tempo é feita em geral para todos e num segundo momento em particular na unidade/box do doente, ou então ao contrário, particulares primeiro e no geral para todos depois. Independentemente da metodologia o essêncial é garantir que a informação importante é passada, compreendida e aprendida.

Factores dificultadores da passagem de turno

  • De um modo geral no fim do turno as pessoas estão já cansadas e com ansia de sair pelo que por vezes pode suceder que alguma informação possa ser omitida/suprimida, bem como conversas paralelas que são normais existirem nestes contextos e que poderão desviar do foco essencial. 
  • Poderá ocorrer também falta de poder de síntese para ir directo ao que é verdadeiramente importante pelo que por vezes as pessoas acabam por desligar do que estão a ouvir.
  • Excesso de pormenores e tempo em demasia para passar um doente tornam por vezes este momento um verdadeiro calvário...
  • A boa disposição é importante existir no local de trabalho mas não pode ser a causa do descurar de alguma informação.



A passagem de Informação deve ser

  • Concisa, sintética qb mas deve-se garantir que o importante é passado.
  • Pormenores que já nada ou pouco têm a ver com o momento actual devem ser suprimidos.

Uma espécie de guia

Orientar a passagem do turno numa linha temporal, do início ao fim do turno tendo em conta:

  • Consciência, orientação;
  • Capacidade de cooperar nos cuidados;
  • Referencia a presença de dor; 
  • Referencia a funções vitais caso se justifique;
  • Drogas de suporte
  • Cuidados prestados e tipo de colaboração/reacção aos mesmos;
  • Referencia à alimentação; 
  • Exames complementares de diagnóstico;
  • Relato de intercorrencias;
  • Presença de família;
  • Necessidades Religiosas
  • Como ficou


Exemplo prático de uma passagem de turno de um doente numa UCI





PASSAGEM GERAL (PARA TODOS)

O Sr. X da cama 11, mantém-se sedo-analgesiado com Propofol e Remifentanil
Conectado e adaptado ao ventilador em VC
Mantém perfil hipotenso e traçado ECG irregular com FA. Tem suporte de Nora e Perfusão de amiodarona
Fez ECO cardíaca que revelou insuficiencia mitral e foi à TAC fazer TAC CE que está sobreponível á anterior.
Apresentou hipertermia e fez Paracetamol que foi eficaz
Teve visitas que foram orientadas para falar com médico
Mantém NE contínua que tem tolerado, já está no volume alvo
Dreno craneano está funcionante
Algalia permeável com boa resposta ao lasix

(LEVA POUCO MAIS DE 30 SEGUNDOS)

PARTICULARES (NA BOX E SÓ PARA O COLEGA)
Todo o conteúdo passado no geral mas especificando valores e diluições das drogas: Propofol 2% a 15; Remifenta 2mg/50 a 4; Nora 10/50 a 8 ml/h; Amiodarona 300/100 a 30 ml/h
Mostra drenos, tubos...etc..
Para além disso verifica a unidade com o colega que vai receber.







































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segunda-feira, 29 de maio de 2017

CÁBULA DE VALORES HEMATOLÓGICOS





CÁBULA DE VALORES HEMATOLÓGICOS





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domingo, 28 de maio de 2017

INSUFICIENCIA HEPATICA




INSUFICIENCIA HEPATICA... RESUMO


FONTE: Manual Médico da UCI, 2011, CHBA





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sexta-feira, 26 de maio de 2017

SIGLAS DOS MEDICAMENTOS...ALGUNS SIGNIFICADOS




SIGLAS DOS MEDICAMENTOS




Adaptado de: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/significado-siglas-medicamentos.html








SIGNIFICADO DAS SIGLAS

Muitas delas são abreviações em inglês de suas ações. Mas também existem algumas em português.
  • AP (Ação Prolongada): Exemplo: Tylenol AP®
  • CD (Controlled Diffusion): controle da liberação do princípio ativo. Exemplo: Angipress CD®
  • CLR (Crono-Liberação Regulada): Exemplo: Biofenac CLR®
  • CR (Controlled Release): Liberação Controlada : Exemplos: Tegretol CR®, Adalat CR®
  • CRT (Controlled Release Tablet): Comprimido de Liberação Controlada
  • DEPOT: Ação Prolongada → uma área do corpo , em que uma substância , por exemplo , uma droga , pode ser acumulado , depositado , ou armazenados e a partir da qual ele pode ser distribuído. Exemplo: Clopixol Depot®
  • DI (Desintegração Instantânea): Exemplo: Biofenac DI®
  • DL: Desagregação Lenta
  • DURILES: Desintegração Equilibrada
  • LA (Long Acting): Ação Longa – Exemplo: Rebaten LA®
  • LP (Liberação Prolongada): Exemplo: Biofenac LP®
  • ODT (Orally Disintegrating Tablet or Orally Dissolving Tablet): Comprimido de Desintegração Oral
  • OROS (Osmotic [Controlled] Release Oral [Delivery] System): Sistema Oral de Liberação Osmótica
  • PLUS: Algo Mais ou Dosagem Mais Forte
  • REPETABS: Tablete Duplo de Repetição
  • RETARD: Ação Retardada
  • SA (Sustained Action): Ação Mantida
  • SL (Sub-Lingual): Feldene SL®
  • SPANDETS: Comprimido Especial de Liberação Controlada
  • SR (Sustained Release – Liberação Sustentada/Prolongada): É um tipo de liberação estendida que permite uma rápida liberação de uma dose ou fração do princípio ativo, seguida de uma liberação gradual da dose restante, por um período de tempo prolongado. Ou seja, ação rápida e duradoura. Exemplos: Voltaren SR®, Indapen SR®.
  • SRO (Sustained Release Oral): Exemplos: Hydergine SRO®, Parlodel SRO®
  • TTS (Transdermal Therapeutic System): Sistema Terapêutico Transdérmico
  • UD (Única Dose): Klaricid® UD (Informação Confirmada pelo Fabricante)
  • XR (eXtended Release – Liberação Estendida) ou XL: A liberação estendida tem como objetivo manter a liberação do fármaco por um período maior de tempo. Neste tipo, a liberação é suficientemente lenta para que seja possível estender o intervalo entre as doses por duas vezes ou mais. Exemplos: Efexor XR®, Cipro XR®, Glifage XR®, Alenthus XR®, Frontal XR®.

SIGLAS QUE NÃO TÊM A VER COM A LIBERAÇÃO MODIFICADO DO FÁRMACO
  • DC (Dor de Cabeça): Tylenol DC®
  • BD (Bis in Die) → É uma abreviação de “bis in die”, que em latim significa duas vezes por dia. Esta sigla também é encontrada em prescrições médicas escrita como “bid” ou “BID” ou “B.I.D.”. Exemplo: Clavulin BD®
SIGLAS QUE DERIVAM DO LATIM

  • q.d. ou QD (quaque die) → Significa uma vez por dia
  • t.i.d. ou TID (ter in die) →Significa três(3) vezes ao dia
  • q.i.d. ou QID (quater in die) → Quatro vezes ao dia





Ligação Referencia
http://farmaceuticodigital.com/2016/06/significado-siglas-medicamentos.html



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segunda-feira, 22 de maio de 2017

SIGLAS E ABREVIATURAS ENCONTRADAS NAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS







ALGUMAS SIGLAS E ABREVIATURAS ENCONTRADAS NAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS




Adaptado de: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/siglas-abreviaturas-prescricoes-medicas.html


  • A/O: Ambos os Olhos ou Ouvidos
  • ACM: A Critério do Médico
  • AMP: Ampola
  • BID: 2 vezes ao dia
  • BPM: Batimentos por Minuto
  • cc: Centímetro Cúbico
  • Ca: Cálcio
  • CAPS: Cápsulas
  • cm: Centímetro
  • cm3: Centímetro Cúbico
  • COL: Colírio
  • COMP ou CP: Comprimidos
  • CPM: Conforme Prescrição Médica
  • CR: Creme
  • D: Dia
  • DRG / DG: Drágea
  • ENV: Envelope
  • EV/IV: Endovenosa/Intravenosa
  • FLAC / FL: Flaconete
  • FR: Frasco
  • g/gr: Grama
  • GT/GTS: Gota/Gotas
  • INJ: Injetável
  • h:  Hora
  • H202: Água Oxigenada
  • ID: Intradérmica
  • IM: Intramuscular
  • IN: Intranasal
  • KCl: Cloreto de Potássio
  • kg: Kilograma
  • KMnO4: Permanganato de Potássio
  • L: Litro
  • µg / mcg: Micrograma
  • mg: Miligrama
  • Mg: Magnésio
  • mL: Mililitro
  • min: Minuto
  • mm: Milímetro
  • MTN: Manhã, Tarde, Noite
  • NaCl: Cloreto de sódio
  • NBZ: Nebulização
  • O2: Oxigênio
  • OD: Olho ou Ouvido Direito
  • OE: Olho ou Ouvido Esquerdo
  • PA: Pressão Arterial
  • POM/PM: Pomada
  • QD: 1 vez ao dia (todos os dias)
  • QID: 4 vezes ao dia
  • q.s.p.: Quantidade Suficiente Para
  • S/N: Se Necessário
  • SC: Subcutânea
  • seg:  Segundo
  • SF: Solução Fisiológica / Soro Fisiológico
  • SG: Solução Glicosada / Soro Glicosado
  • SGF: Soro Glicofisiológico
  • SL: Sublingual
  • Sol: Solução
  • SUP / SP: Supositório
  • SUSP / SS: Suspensão
  • SY: Spray
  • TB: Tubo
  • TD: Transdérmico
  • TID: 3 vezes ao dia
  • TRO: Terapia de Rehidratação Oral
  • U: Unidades
  • U.I.: Unidades Internacionais
  • USO INT: Uso Interno
  • USO EXT: Uso Externo
  • VD: Vidro
  • VOL.: Volume
  • V.O/PO: Via Oral
  • V.R: Via Retal
  • V.V: Via Vaginal
  • XPE/XP: Xarope
Ligação Referencia: http://farmaceuticodigital.com/2016/06/siglas-abreviaturas-prescricoes-medicas.html




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sábado, 20 de maio de 2017

ESCALA DE COMA FOUR






ESCALA DE COMA FOUR








A Escala Four (Full Outline of Unresponsiveness) é uma escala de coma que foi criada pelo Dr. Eelco FM Wijdicks. Essa Escala foi originalmente testada com pacientes de consciência anormal das UTIs do Hospital São Marys da Mayo Clinic, durante um período de 1 ano a partir de 01 de maio de 2007, a 30 de abril de 2008. A finalidade do médico foi criar um sistema capaz de superar as limitações encontradas na Escala de Coma de Glasgow, destacando a incapacidade desta de identificar mudanças sutis na alteração do nível de consciência.

A Escala FOUR é capaz de detectar condições do estado vegetativo que a Escala de Coma de Glasgow não detecta, como a medição de reflexos do tronco cerebral, determinação de abertura dos olhos, espectro de respostas motoras e presença de ritmos anormais de respiração e um estímulo respiratório. A Escala Four não inclui resposta verbal, sendo mais útil para avaliação de pacientes criticamente doentes que foram submetidos a intubação.

A escala FOUR avalia quatro parâmetros: resposta ocular, resposta motora, resposta de tronco e respiração.



Ligação Referencia:

http://ligaparaibanadeneurointensivismo.blogspot.pt/2014/08/a-escala-four-nova-escala-de-coma.html




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quinta-feira, 18 de maio de 2017

DOPAMINA... COMPATIBILIDADES




DOPAMINA... COMPATIBILIDADES




Adaptado de: Guia prático de incompatibilidades entre os principais medicamentos utilizados em UTI do HUJM




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