sexta-feira, 24 de outubro de 2025

CATETER DUPLO J

O cateter duplo J é um dispositivo flexível usado para garantir o fluxo urinário entre os rins e a bexiga, especialmente em casos de obstrução ou após cirurgias urológicas.

🩺 O que é o cateter duplo J?

• É um tubo flexível e oco, geralmente feito de polietileno, poliuretano ou silicone, com duas extremidades curvas em forma de “J”.

• Uma ponta fica no rim e a outra na bexiga, impedindo que o cateter se desloque e permitindo a drenagem da urina mesmo com obstruções Tua Saúde +1.


📌 Para que serve?

• Desobstruir o trato urinário superior, como em casos de:• Pedras nos rins ou ureteres

• Tumores que comprimem os ureteres

• Infecções renais

• Estreitamentos congênitos ou cicatriciais do ureter

• Prevenir ou tratar hidronefrose, que é o inchaço dos rins por acúmulo de urina.

• Facilitar a cicatrização após cirurgias urológicas ou abdominais Tua Saúde +1.


🛠️ Como é colocado e retirado?

• A colocação é feita por cistoscopia, um procedimento endoscópico realizado por um urologista.

• Pode permanecer no corpo de 1 semana a 6 meses, dependendo da condição clínica.

• A retirada também é feita por cistoscopia, geralmente de forma simples e rápida Tua Saúde.


⚠️ Sintomas e cuidados

• É comum sentir:• Desconforto abdominal ou lombar

• Urgência urinária

• Sensação de urina incompleta

• Ingestão de líquidos (2–3 litros/dia) é essencial para evitar obstruções e aliviar sintomas furriel-urol....


Limitações e acompanhamento

• O duplo J não resolve a causa da obstrução, apenas alivia temporariamente.

• Deve ser acompanhado por um plano terapêutico definitivo, como cirurgia para remoção de cálculos 


📚 Referências utilizadas:

1. Tua Saúde – “Duplo J: o que é, para que serve, como é colocado (e retirada)”

Explica detalhadamente a função, indicações, colocação e cuidados com o cateter duplo J, incluindo causas como pedras nos rins, tumores e estreitamentos ureterais.

Ler artigo completo Tua Saúde

2. Dr. Frederico Furriel – “Catéter (stent) uretérico duplo J e Nefrostomia percutânea”

Aborda o procedimento de colocação, duração, sintomas associados e cuidados essenciais como a ingestão de líquidos.

Ver explicação médica furriel-urol...

3. Dr. Rodrigo Freddi – “Para que serve o cateter duplo J?”

Resume a função do dispositivo na prevenção de obstruções urinárias e descreve a anatomia envolvida.

quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Resumo Geral das Novas Guidelines 2025 do ERC – Suporte Avançado de Vida em Adultos (ALS)

As guidelines de 2025 do European Resuscitation Council (ERC) para Suporte Avançado de Vida (ALS) em adultos refletem os mais recentes avanços científicos e práticas baseadas em evidência. Embora não tenha acesso direto ao artigo completo, aqui estão os principais tópicos que costumam ser atualizados e que provavelmente estão incluídos nas novas recomendações:

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🔄 Cadeia de Sobrevivência Atualizada

• Ênfase na deteção precoce e resposta rápida a paragens cardiorrespiratórias (PCR).

• Integração de tecnologias como sistemas de alerta precoce, monitorização contínua e inteligência artificial para prever deterioração clínica.

• Importância do treino regular e da simulação para equipas de emergência.

⚡️ Desfibrilhação e RCP

• Desfibrilhação precoce continua a ser uma prioridade.

• RCP de alta qualidade com foco em compressões eficazes, minimizando interrupções.

• Uso de feedback em tempo real para melhorar a qualidade das compressões torácicas.

💉 Vias Aéreas e Administração de Fármacos

• Abordagem escalonada à via aérea: priorização de técnicas básicas antes da intubação.

• Uso de capnografia para confirmar e monitorizar a posição do tubo endotraqueal.

• Adrenalina continua recomendada a cada 3–5 minutos durante PCR não chocável.

• Amiodarona ou lidocaína para ritmos chocáveis refratários.

🧠 Pós-Reanimação

• Gestão da temperatura alvo (Targeted Temperature Management): foco na normotermia (36–37.5 °C), evitando hipertermia.

• Monitorização neurológica precoce e avaliação prognóstica estruturada após 72 horas.

• Cuidados intensivos centrados no doente, incluindo suporte hemodinâmico e respiratório.

🧪 Novas Tecnologias e Abordagens

• Ultrassonografia point-of-care (POCUS) para diagnóstico rápido durante PCR.

• Oxigenação extracorporal (ECMO) em centros especializados para PCR refratária.

• Integração de algoritmos de decisão clínica e registos eletrónicos para auditoria e melhoria contínua.

👥 Formação e Trabalho em Equipa

• Treino interprofissional e simulação realista como pilares da formação em ALS.

• Debriefing estruturado pós-evento para aprendizagem e suporte emocional das equipas.

📚 Referências principais

1. European Resuscitation Council Guidelines 2025 – Adult Advanced Life Support

Publicado na revista Resuscitation, Volume 215, Suplemento 1, artigo 110769

DOI: 10.1016/j.resuscitation.2025.110769 au.dk

2. Página oficial das Guidelines 2025 do ERC

Inclui estrutura, metodologia e tópicos abordados (ALS, cuidados pós-reanimação, educação, ética, etc.)

ERC Guidelines 2025 European Res...

3. ILCOR – Consensus on Science with Treatment Recommendations (CoSTR)

Base científica que fundamenta as recomendações do ERC, publicada anualmente

ILCOR CoSTR

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🔍 Metodologia das Guidelines

• Baseadas em revisões sistemáticas e scoping reviews conduzidas por grupos de trabalho da ILCOR.

• Revisadas por conselhos nacionais de reanimação e pelo público em processo aberto.

• Incluem recomendações concisas para prática clínica, com algoritmos claros e aplicáveis em contexto de emergência European Res....

• Quando não há evidência suficiente, são usadas recomendações por consenso de especialistas com base na melhor prática clínica disponível au.dk.

ATRACURIO

🧠 Atracúrio

Descrição

O atracúrio é um bloqueador neuromuscular não despolarizante, degradado por hidrólise de ésteres e degradação de Hofmann.

Deve ser conservado no frigorífico para evitar degradação espontânea.

Tem uma meia-vida de eliminação de cerca de 20 minutos.

Um dos principais metabolitos é a laudanosina, que pode provocar convulsões em cães.

Mesmo em infusões prolongadas, a concentração de laudanosina permanece bem abaixo do limiar convulsivo (17 µg/ml).

É o fármaco de eleição em casos de insuficiência renal ou hepática.

💉 Indicações

• Paralisia muscular (ex. em contexto de anestesia ou cuidados intensivos)

⚠️ Contraindicações

• Obstrução das vias aéreas

• Facilitação da intubação traqueal em doentes com risco de regurgitação

📋 Administração

• Bólus IV: 0,15 mg/kg, podendo repetir a cada 20–45 minutos

• Infusão IV contínua: 0,2–0,7 mg/kg/h (máximo até 1,0 mg/kg/h)

• Monitorizar com estimulador de nervo periférico

🚫 Como não utilizar o atracúrio

• Em indução rápida de sequência (Rapid Sequence Induction)

• Em doentes conscientes

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terça-feira, 21 de outubro de 2025

ADENOSINA

🫀 ADENOSINA: USO CLÍNICO

🔹 O que é?

Nucleósido endógeno eficaz na reversão de >90% das TSVP paroxísticas.

🔹 Indicações

• Conversão para ritmo sinusal

• Diagnóstico de taquicardia de complexo largo

🔹 Contraindicações

• BAV de 2º/3º grau (sem pacemaker)

• Síndrome do nó sinusal (sem pacemaker)

• Asma

🔹 Administração

• 3 mg IV rápido → flush com SF 0,9%

• Sem efeito? 6 mg → depois 12 mg

• Dose máxima: 12 mg

⚠️ Nunca administrar sem ECG contínuo!

📲 Guarda este post para consulta rápida e partilha com colegas de urgência e cuidados intensivos.

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Fonte: Handbook of Drugs in Intensive Care

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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

ANTIBIÓTICOS - SENSIBILIDADE

🦠💊 Antibióticos: Sensibilidade importa!

Nem todos os antibióticos são eficazes contra todas as bactérias. A escolha certa pode salvar vidas — a errada pode alimentar resistências.

🔍 Este quadro mostra a sensibilidade de diferentes bactérias a vários antibióticos.

Cada cor representa um alerta terapêutico:

🟥 Habitualmente sensível

🟧 Muitas estirpes resistentes

🟩 Resistente ou não recomendado

📌 Exemplo:

– E. coli → sensível à ciprofloxacina 🟥

– MRSA → resistente à amoxicilina 🟩

– Streptococcus → parcialmente resistente à clindamicina 🟧

⚠️ A resistência antimicrobiana é uma ameaça silenciosa.

Prescrever com consciência é um ato de responsabilidade coletiva.

O uso racional de antibióticos.

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Fonte:

Handbook of Drugs in Intensive Care

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sábado, 18 de outubro de 2025

DESVANTAGENS DA CURARIZAÇÃO PROLONGADA

Evitar a curarização (uso de bloqueadores neuromusculares contínuos) em doentes ventilados é uma decisão clínica importante, baseada no equilíbrio entre benefícios e riscos. Eis as principais razões para evitar a curarização prolongada ou desnecessária:

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⚠️ Riscos e razões para evitar a curarização em doentes ventilados

• Fraqueza muscular adquirida na UCI

O uso prolongado de bloqueadores neuromusculares está associado à miopatia e polineuropatia do doente crítico, dificultando o desmame da ventilação mecânica e prolongando o tempo de internamento.

• Aumento do tempo de ventilação mecânica

A curarização contínua pode atrasar o início do desmame ventilatório, especialmente se não for acompanhada de monitorização adequada da profundidade do bloqueio neuromuscular.

• Risco de awareness (consciência durante a sedação)

Sem sedação adequada e monitorização da profundidade anestésica (ex: BIS), o doente pode estar consciente, mas incapaz de se mover ou comunicar, o que é extremamente traumático.

• Complicações respiratórias e infecciosas

A imobilidade e a supressão da tosse aumentam o risco de atelectasias, pneumonia associada à ventilação (PAV) e outras complicações pulmonares.

• Trombose venosa profunda (TVP)

A imobilidade prolongada favorece a estase venosa e o risco de eventos tromboembólicos.

• Necessidade de monitorização rigorosa

A curarização exige monitorização contínua com TOF (Train-of-Four) para evitar bloqueio excessivo, o que nem sempre está disponível ou é corretamente utilizado.

• Interferência na avaliação neurológica

O bloqueio impede a avaliação clínica do nível de consciência e da função neurológica, o que pode atrasar o diagnóstico de complicações neurológicas

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Quando pode ser indicada (com cautela)

Apesar dos riscos, a curarização pode ser benéfica em situações específicas, como:

• Síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA) grave, nas primeiras 48h, com hipoxemia refratária

• Ventilação protetora com asincronias graves não controladas com sedação

• Hipertensão intracraniana com necessidade de controle rigoroso da pressão

• Manutenção de relaxamento muscular em procedimentos específicos (ex: pronação)

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Referências:

1. Vilela H., Ferreira D.

Analgesia, Sedação e Relaxamento Neuromuscular no Doente Ventilado em Cuidados Intensivos Cardíacos

Revista Portuguesa de Cardiologia, 2006;25(2):217-229

👉 Ler artigo completo

Resumo: Aborda os efeitos adversos da curarização, incluindo fraqueza muscular, necessidade de monitorização rigorosa e impacto na avaliação neurológica.

2. Máximo M., Puga A.

Gestão da Sedação em Unidade de Cuidados Intensivos

Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia, Vol. 30, Nº 4, 2021

👉 Download do artigo

Resumo: Reforça a importância de estratégias multimodais e sedação leve, alertando para os riscos da sedação profunda e bloqueio neuromuscular prolongado.

3. Cruz J.R.M., Martins M.D.S.

Pneumonia associada à ventilação mecânica invasiva: cuidados de enfermagem

Revista de Investigação em Enfermagem, 2018

👉 Aceder ao artigo

Resumo: Estudo nacional que relaciona imobilidade e curarização com risco aumentado de infeções respiratórias, como PAV.

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HIPOTERMIA INDUZIDA

A hipotermia induzida é uma estratégia neuroprotetora usada em cuidados intensivos para limitar lesões cerebrais após eventos hipóxico-isquémicos, como paragem cardiorrespiratória ou encefalopatia neonatal. O objetivo é reduzir o metabolismo cerebral e a cascata inflamatória.

🧊 O que é a hipotermia induzida?

Consiste na redução controlada da temperatura corporal para valores entre 32°C e 34°C, durante um período determinado (geralmente 24 a 72 horas), seguida de reaquecimento gradual. É aplicada em doentes com risco elevado de lesão cerebral após eventos como:

• Paragem cardiorrespiratória com retorno da circulação espontânea (ROSC)

• Encefalopatia hipóxico-isquémica neonatal

• Traumatismo craniano grave (em contextos específicos)

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🎯 Objetivos principais

• Neuroproteção: reduzir o metabolismo cerebral e a produção de radicais livres

• Minimizar edema cerebral e apoptose neuronal

• Melhorar o prognóstico neurológico pós-paragem cardíaca ou insulto hipóxico

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⚙️ Princípios fisiopatológicos

• A hipotermia reduz o consumo de oxigénio cerebral em cerca de 6-7% por cada grau Celsius abaixo da normotermia

• Diminui a excitotoxicidade, inflamação e apoptose

• Estabiliza a barreira hematoencefálica

• Reduz a libertação de neurotransmissores excitatórios como o glutamato

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🧪 Exemplo de Protocolo clínico típico

Fases:

1. Indução: iniciar o arrefecimento o mais precocemente possível (idealmente <6 horas após o insulto)

2. Manutenção: manter temperatura alvo (32–34°C) por 24–72 horas

3. Reaquecimento: aumento gradual da temperatura (0.25–0.5°C/hora) até normotermia

Métodos de arrefecimento:

• Dispositivos externos: mantas térmicas, colchões termorreguladores

• Técnicas invasivas: cateteres intravasculares com controlo térmico

Monitorização contínua:

• Temperatura central (esofágica, vesical ou intravascular)

• EEG ou aEEG (em neonatologia)

• Hemodinâmica, função renal, glicemia, eletrólitos

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📈 Resultados e evidência

• Em neonatologia, estudos multicêntricos demonstraram redução da mortalidade e melhoria do neurodesenvolvimento em recém-nascidos com encefalopatia hipóxico-isquémica 9F742443-6C92-4C44-BF58-8F5A7C53B6F1

• Em adultos pós-paragem cardíaca, a hipotermia induzida está associada a melhor recuperação neurológica em casos selecionados 9F742443-6C92-4C44-BF58-8F5A7C53B6F1

• Complicações possíveis: arritmias, coagulopatias, infeções, hipotensão, distúrbios eletrolíticos

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A hipotermia induzida é uma estratégia neuroprotetora usada em cuidados intensivos para limitar lesões cerebrais após eventos hipóxico-isquémicos, como paragem cardiorrespiratória ou encefalopatia neonatal. O objetivo é reduzir o metabolismo cerebral e a cascata inflamatória.

🧠 Considerações éticas e práticas

• A decisão de iniciar hipotermia deve ser multidisciplinar e baseada em critérios clínicos rigorosos

• A janela terapêutica é crítica: quanto mais precoce a indução, maior o benefício

• A formação da equipa de enfermagem é essencial para garantir segurança, vigilância e resposta rápida a complicações

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Referencias:

1. Sampaio I, Mendes da Graça A, Moniz C.

Hipotermia induzida na encefalopatia hipóxico-isquémica: da evidência científica à implementação de um protocolo.

Publicado na Acta Pediátrica Portuguesa, 2010; 41(4):184-190.

👉 Ler artigo completo (PDF) 9F742443-6C92-4C44-BF58-8F5A7C53B6F1Este artigo apresenta a evidência clínica e os critérios de implementação do protocolo nacional de hipotermia induzida em recém-nascidos com EHI moderada a grave.

2. Ana Rosa et al.

Métodos preventivos de hipotermia em contexto perioperatório.

Universidade Católica Portuguesa, revisão sistemática (2011–2016).

👉 Apresentação em PDF 9F742443-6C92-4C44-BF58-8F5A7C53B6F1Analisa técnicas como colchões térmicos, fluidos aquecidos e mantas de ar forçado para prevenção de hipotermia em contexto cirúrgico e UCI.

3. Protocolo Assistencial – Cardiologia.org.br

Protocolo clínico para gestão da hipotermia em adultos e pediátricos.

👉 Consultar protocolo (PDF) 9F742443-6C92-4C44-BF58-8F5A7C53B6F1Documento prático com etapas de indução, manutenção e reaquecimento, incluindo cuidados de enfermagem e monitorização.

Hérnia Discal Lombar: O Essencial

​ 🧠  Hérnia Discal Lombar: O Essencial 📌  Definição A hérnia discal lombar ocorre quando o núcleo pulposo de um disco intervertebral se de...