quarta-feira, 4 de maio de 2016

CHEGAR AO FIM DA VIDA E CONSTATAR QUE NÃO VIVEU... ACORDAR PARA A VIDA...



... Chegar ao fim da vida e concluir que... Afinal não viveu... Acordar para a Vida...


Não é você que escolhe o sonho... ... É o sonho que escolhe você...






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terça-feira, 3 de maio de 2016

ATEROESCLEROSE GUIA RÁPIDO E VIDEO TÉCNICAS DE REMOÇÃO DE ATEROMA... "É UMA CONDIÇÃO DA NOSSA SOCIEDADE..."






ATEROSCLEROSE 

Já tem alguns dias que iniciei este post mas tenho mantido em rascunho porque tenho dado prioridade a outros que entretanto tenho publicado...
... hoje por força de num contacto que tive... decidi terminar na tentativa de ir ao encontro da solicitação...



A Fundação Portuguesa de Cardiologia nas palavras do Dr. Pedro Marques da Silva entende que:



Segundo esta organização a ateriosclerose é muito mais que a deposição de gorduras nas paredes dos vasos:

"O aparecimento e o desenvolvimento da aterosclerose é, tradicionalmente, olhada como uma doença em que as gorduras da circulação (o colesterol) se depositam, ao longo de anos e décadas, na parede das artérias e que acabam por formar um obstáculo, maior ou menor, ao fluxo de sangue numa determinada artéria, num determinado órgão (coração, cérebro, rim ou membros inferiores). Esta seria a causa última da trombose (entupimento do vaso) e da necrose (morte) dos tecidos afetados." FONTE: FPC



"No entanto, a lesão de aterosclerose nas artérias, não é uma simples obstrução, mas é um processo inflamatório. A placa de aterosclerose – plena de gorduras, de células do sangue e dos elementos que formam a parede dos vasos – é capaz de, em qualquer momento, ver interrompida a sua progressão, a sua evolução, por um evento agudo, uma ocorrência súbita, capaz de provocar rotura da placa, o contacto do sangue com os seus constituintes, a estimulação das plaquetas (célula do sangue que participa na coagulação) e o desenvolvimento da trombose, com a interrupção súbita do fluxo sanguíneo." FONTE: FPC


Complementado com a consulta deste artigo da responsabilidade da Harvard Medical School - Portugal Program:

FONTE: HMSCHOOL - PORTUGAL

"A aterosclerose é um estreitamento das artérias que pode reduzir significativamente o fornecimento de sangue a órgãos vitais como o coração, o cérebro e os intestinos. Na aterosclerose, as artérias são estreitadas quando depósitos de gordura denominados placas se acumulam no seu interior. As placas contêm tipicamente colesterol constituído por lipoproteínas de baixa densidade (LDL), células musculares lisas, tecido fibroso e, por vezes, cálcio. À medida que uma placa cresce ao longo do revestimento de uma artéria, produz uma área rugosa na superfície normalmente lisa da artéria. Esta área rugosa pode conduzir à formação de um coágulo de sangue dentro da artéria, o qual pode bloquear completamente o fluxo de sangue. Consequentemente, o órgão abastecido pela artéria bloqueada fica sem receber sangue nem oxigénio e as células desse órgão podem morrer ou sofrer uma lesão grave."FONTE: HMSCHOOL - PORTUGAL



"A aterosclerose constitui a causa principal de morte e de incapacidade nas nações industrializadas, sendo o problema médico subjacente na maior parte dos indivíduos com qualquer das seguintes doenças:

  • Doença coronária
  • Acidente vascular cerebral
  • Angina abdominal e enfarte intestinal
  • Aterosclerose dos membros

Os factores que aumentam o risco de desenvolvimento de aterosclerose incluem:
  • Nível elevado de colesterol no sangue (hipercolesterolémia)
  • Nível baixo de colesterol HDL (o “colesterol bom”)
  • Níveis elevados de proteína C reactiva, um marcador de inflamação
  • Pressão arterial elevada (hipertensão)
  • Diabetes
  • História familiar de doença coronária numa idade precoce
  • Tabagismo
  • Obesidade
  • Inactividade física (pouco exercício físico regular)
  • Idade avançada

Manifestações clínicas 
A aterosclerose geralmente não causa quaisquer sintomas até o fornecimento de sangue para um órgão ser reduzido. Quando isto acontece, as manifestações variam, dependendo do órgão específico envolvido:

Coração – As manifestações incluem dor no peito (angina) e falta de ar, suores, náuseas, tonturas ou palpitações.

Cérebro – Quando a aterosclerose estreita as artérias cerebrais pode causar tonturas ou confusão, fraqueza ou paralisia num dos lados do corpo, entorpecimento súbito e intenso de qualquer parte do corpo, perturbações visuais (incluindo perda súbita da visão), dificuldade em andar (incluindo cambalear ou guinadas súbitas), problemas da coordenação dos braços e das mãos e fala arrastada ou incapacidade para falar. Se os sintomas desaparecerem em menos de 24 horas, o episódio é denominado de acidente isquémico transitório (AIT). Quando a aterosclerose bloqueia completamente as artérias cerebrais e/ou as manifestações duram mais tempo, o episódio é geralmente denominado de acidente vascular cerebral (AVC).

Abdómen – Quando a aterosclerose estreita as artérias dos intestinos, pode surgir uma dor surda ou tipo cãibra no meio do abdómen, começando geralmente 15 a 30 minutos depois de uma refeição. O bloqueio completo de uma artéria intestinal causa uma dor abdominal intensa, por vezes acompanhada de vómitos, diarreia ou aumento do volume abdominal.


Pernas – O estreitamento das artérias da perna causa uma dor tipo cãibra nos músculos da perna, especialmente durante o exercício. Se o estreitamento for grave, pode existir dor em repouso, os dedos e os pés podem ficar frios, pálidos ou azulados e pode ocorrer perda dos pêlos das pernas.

Prevenção 

É possível ajudar a prevenir a aterosclerose ao alterar os factores de risco para a doença. Deve praticar um estilo de vida que promova uma boa circulação e que combata a arteriosclerose:

  • Evitar fumar. Se fumar, é essencial deixar de o fazer.
  • Manter um peso saudável. A obesidade, especialmente a concentração de gordura corporal em volta da cintura, tem sido associada a níveis pouco saudáveis de colesterol HDL e de triglicéridos.
  • Manter uma dieta saudável que seja rica em vegetais e fruta. Evitar as gorduras saturadas e trans. Uso de gorduras monoinsaturadas (azeite) e polinsaturadas (girassol, açafroa, amendoim, canola) para cozinhar. As proteínas dietéticas devem ser fornecidas principalmente pelo peixe e fontes vegetais (soja, feijão, legumes).
  • Fazer exercício regularmente.
  • Controle da hipertensão arterial, podendo ter que haver necessitade de tomar medicamentos para se conseguir. 
  • Na diabetes, é necessário trabalhar ainda mais afincadamente para controlar o peso, fazer mais exercício físico, reduzir os níveis de colesterol LDL e de triglicéridos e manter a pressão arterial em valores inferiores a 130/85 mmHg.
  • Se não tiver diabetes, deve-se fazer o despiste precoce por isso deve-se efectuar um teste da glicémia em jejum com intervalos de poucos anos se existirem factores de risco para a diabetes (excesso de peso, pressão arterial elevada ou colesterol elevado) depois dos 45 anos.
  • É necessário conjugação de esforços com o médico assistente no sentido de manter níveis de colesterol adequados. Mesmo não havendo problemas com o colesterol, deve deincentivar à  verificação do colesterol em intervalos de cinco anos a partir dos 20 anos de idade.



DEIXO EM JEITO DE COMPLEMENTO ESTE VÍDEO ACERCA DAS VÁRIAS ABORDAGENS CIRÚRGICAS NA REMOÇÃO DE PLACAS DE ATEROMA




Ligações Referencia:















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HIPO E HIPERTIROIDISMO... DIAGRAMA COM DIFERENÇAS...



HIPO E HIPERTIROIDISMO... DIFERENÇAS




A TIRÓIDE 
A tiróide é uma pequena glândula que mede cerca de 5 cm de diâmetro situada no pescoço sob a pele e por baixo da maçã-de-adão. As duas metades (lobos) da glândula estão ligadas na parte central (istmo), de tal maneira que parecem a letra H ou um nó de lacinho. Normalmente a glândula tiróide não se consegue ver e mal se pode palpar. Só no caso de aumentar de volume pode o médico palpá-la facilmente como uma protuberância proeminente (bócio) que aparece por baixo ou aos lados da maçã-de-adão.

A glândula tiróide segrega as hormonas tiróideas, que controlam a velocidade das funções químicas do corpo (velocidade metabólica). As hormonas da tiróide têm dois efeitos sobre o metabolismo; estimular quase todos os tecidos do corpo a produzir proteínas e aumentar a quantidade de oxigénio que as células utilizam. Quando as células trabalham mais intensamente, os órgãos do corpo trabalham mais depressa.

Para produzir hormonas tiróideas, a glândula tiróide precisa de iodo, um elemento que os alimentos e a água contêm. Esta glândula concentra o iodo e processa-o no seu interior. Quando as hormonas tiróideas se consomem, um pouco do iodo contido nas hormonas volta à glândula tiróide e é reciclado para produzir mais hormonas.

O organismo serve-se de um mecanismo complexo para ajustar a concentração de hormonas tiróideas presente em cada momento. Em primeiro lugar, o hipotálamo, localizado no cérebro sob a hipófise, segrega a hormona libertadora de tirotropina, a qual faz com que a hipófise produza a hormona estimulante da tiróide, ou tirotropina. Tal como o nome sugere, esta estimula a glândula tiróide para produzir hormonas tiróideas. Quando a quantidade de hormonas tiróideas circulantes no sangue atinge uma certa concentração, a hipófise reduz a produção de hormona estimulante da tiróide. Quando esta concentração diminui, aumenta a produção de hormona estimulante (mecanismo de controlo mediante retroalimentação negativa).

As hormonas da tiróide encontram-se em duas formas. A tiroxina (T4), que é a forma produzida na glândula tiróide, tem apenas um efeito ligeiro na aceleração da velocidade dos processos metabólicos do corpo. A tiroxina converte-se no fígado e outros órgãos numa forma metabolicamente activa, a triiodotironina (T3). Esta conversão produz aproximadamente 80 % da forma activa da hormona; os 20 % restantes são produzidos e segregados pela mesma glândula tiróide. Muitos factores controlam a conversão de T4 em T3 no fígado e nos outros órgãos, incluindo as necessidades do organismo em cada momento. A maior parte das formas T4 e T3 une-se a certas proteínas no sangue e é activa apenas quando não estiver ligada a elas. Deste modo singular, o organismo mantém a quantidade correcta de hormonas tiróideas, necessária para conservar uma velocidade metabólica estável.

Para que a glândula tiróide funcione normalmente, é necessário que muitos factores actuem muito estreitamente: o hipotálamo, a hipófise, as proteínas transportadoras de hormona tiróidea (do sangue) e a conversão, no fígado e nos outros tecidos, de T4 a T3.

O hipotiroidismo é uma afecção em que a glândula tiróide tem um funcionamento anómalo e produz muito pouca quantidade de hormona tiróidea. O hipotiroidismo muito grave denomina-se mixedema.

O hipertiroidismo, uma perturbação em que a glândula tiróide está hiperactiva, desenvolve-se quando a tiróide produz demasiada quantidade de hormonal.


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segunda-feira, 2 de maio de 2016

AS 5 COISAS QUE STRESSAM MAIS OS ENFERMEIROS NA RELAÇÃO COM DOENTES E FAMILIARES




TOP STRESS COM DOENTES E FAMÍLIA...


A enfermagem é uma profissão de relação e comunicação... sem comunicação não há relação...
... Entender e fazer-se entender... Os enfermeiros fazem isto todos os dias... 
       ... Somos gestores de emoções... das nossas e dos outros... familiares e doentes...
.... A crise e o sofrimento... por vezes contribuem para mal entendidos que provocam mal estar entre todos os intervenientes... por isso é necessário desenvolver competências na área da relação/comunicação onde a abordagem da crise esteja contemplada... é necessário tolerância... flexibilidade.... e uma grande capacidade de se pôr no lugar do outro... ser capaz de engolir um sapinho ou outro também ajuda... Lol


Tenho lido nestes últimos dias alguns posts sobre coisas que mais aborrecem/incomodam os enfermeiros na sua relação diária com doentes e suas famílias e destacaria cinco delas:


1. USO E ABUSO DO BOTÃO DE CHAMADA
O uso abusado da campainha é daquelas coisas que põe os cabelos em franja... Lol
Ninguém se importa de atender à campainha... é para isso que lá estamos... mas atender à campainha vezes sem conta por motivos que já foram atendidos vezes sem conta é daquelas coisas que... Uiiii..., stressa mesmo... e quando se sai da enfermaria depois de ter perguntado se está tudo bem e mal acabamos de sentar e..., toca novamente  a campainha.... ;)
E quando o doente passou a manhã toda bem, sem queixas, bem humorado mas mal chega um familiar toca a dar na campainha... lol... o familiar toca e diz que o doente não está bem, que tem sede, que dói aqui e ali... "e ele não tinha isto, o que é ... e o que é isto aqui e ali... LOL
Ainda bem que é só às vezes... lol



2. OUVIR RECLAMAÇÕES QUE DEVERIAM SER DIRIGIDAS A OUTROS
O mais frequente é aquele doente ou familiar que espera horas pelo médico e descarrega a sua frustração/raiva em quem tem de estar ali... claro que no enfermeiro... depois o médio chega e de repente ficam sorridentes, bem humorados e simpáticos..., esta para mim é do pior... e às vezes tenho de respirar fundo para não responder no mesmo nível... inclusivamente já cheguei numa situação destas a dizer na altura em que o médico chegou: "agora diga a este Sr. tudo o que me disse a mim... porque é a ele que deve de dizer... dê-lhe os gritos que deu nesta sala de espera... porque é este Sr. Que tem de ver esse espectáculo..."
Somos enfermeiros... Não somos Anjinhos ou Santos... temos de respeitar os outros mas esses também têm de nos respeitar... Não temos de ser saco de pancada de ninguém...



3.  INTRUSÃO FAMILIAR
A família é de facto muito importante na vida de todos nós... Quando um membro da família adoece... toda família fica também afectada e esta necessitará de intervenção... todavia... em situação de doença aguda quem sente é o doente....
Quando falamos com o doente e responde o familiar... Por exemplo que nível de dor tem de 1 a 10? e o familiar prontamente responde 9... depois olhamos para quem tem dor e de modo algum tem cara de 9 em 10... Uiiii
É aquele familiar que olha para nós como se fossemos o inimigo... Desconfiam.... fazem a mesma pergunta de formas diferentes a ver se damos sempre a mesma resposta.... Uiiii
E aqueles que tentam discutir connosco situações técnicas... Tipo desmames, fio2, sato2, traçados de ECG.... olham para o monitor e dizem isto parece que não está nada bem, ontem não estava assim... Etc...



4. AUTO DIAGNOSTICO(OS GOOGLER´S)
Nos dias de hoje temos acesso a muita informação.... Muitos doentes e familiares abordam-nos com certezas em relação ao seu problema de saúde totalmente erradas fruto de pesquisas feitas na net: Google, Face... Etc... 
Fazer gestão da informação não é fácil... quando não se tem formação de base na área da saúde poderá ser angustiante saber determinadas coisas que irão contribuir para aumentar a confusão e sofrimento à volta do processo. Cabe aos médicos e enfermeiros dar determinado tipo de informação... Excesso de informação técnica sem ter preparação para isso... é mau...



5. INGRATIDÃO
Quando se dá tudo: empenho, entrega... e do outro lado um obrigado que não surge ou que é dado a outros e não a nós...
Ou quando depois de termos feito tudo o que se podia e do outro lado estarem sempre à espera de mais numa postura defensiva... desconfiada...
Exigir direitos sem cumprir com deveres...
Pessoalmente lido muito mal com ingratidão e com gente ingrata...
Existe um mínimo que mesmo doentes qualquer pessoa deverá ser capaz de fazer... Respeito pelo trabalho dos outros.... Respeito por aqueles que durante 24h independentemente de ser feriado, fins de semana, etc... deixaram os seus para estar com os outros... 
A este nível: respeito e obrigado é tudo o que preciso... 


Digamos que este é para mim o Ranking top 5 dos maiores stresses dos enfermeiros na relação com doentes e familiares...
... é claro que temos de ser correctos, adequados, não fazer juízos de valores.. temos de ser flexíveis e tolerantes e jamais esquecer que quem está doente é o outro... é a família...
... não nos pode saltar a tampa por tudo e por nada porque dessa forma passamos de vítimas a agressores... de fantásticos e bestiais a bestas... Lol
Ser enfermeiro é isto também--- lidar com emoções dos outros e com as nossas... lidar com a dôr dos outros e com as nossas... lidar com as barreiras dos outros e com as nossas... lidar com o reconhecimento e com a ingratidão... 

Temos de ser resilientes... transformar dificuldades em vantagens para bem da nossa própria Saúde Mental

Espero que muitos se identifiquem com este post porque se assim não for vou ficar a pensar que sou o único... que vive e sente as coisas desta forma... LOL

Grande Abraço
Sidónio Faria


Ligação que serviu de referência:
http://nurseslabs.com/5-things-patients-do-that-annoy-nurses/

SE QUISER PODE RESPONDER AO QUESTIONÁRIO ;)








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domingo, 1 de maio de 2016

CHOLESTEROL AND BLOOD CLOT REMOVAL SYSTEMS


CHOLESTEROL AND BLOOD CLOT REMOVAL SYSTEMS


 




GASIMETRIA - INTERPRETAÇÃO RÁPIDA... TRUQUES...



GUIA PARA INTERPRETAÇÃO RÁPIDA DE GASIMETRIAS


Quando estamos à pouco tempo no exercício profissional temos sempre muitas dúvidas na interpretação rápida de uma gasimetria... as grandes questões são: 
ACIDOSE OU ALCALOSE E/OU SE É RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA

Neste post tentarei simplificar em dois passos estas questões que são muito frequentes mas de muita pertinência e importância 




CONCEITOS BÁSICOS:

Componentes de uma gasometria:
Ph – Avalia a acidez ou a alcalose, baseado nos iões de hidrogénio presentes;
PaO2 – Pressão parcial de oxigénio dissolvido no sangue arterial (valor normal entre 80 – 100 mm Hg);
SaO2 – A saturação arterial de oxigénio;
PaCO2 – A quantidade de dióxido de carbono dissolvido no sangue arterial (valor normal entre os 35 – 45 mm Hg);
HCO3 – O valor calculado da quantidade de bicarbonato na corrente sanguínea (valor normal entre os 22 e os 26 mEq/L);
E.B. – Excesso de bases indica a quantidade de excesso ou insuficiência de bicarbonato no sistema. (valor normal entre os -2 e os +3 mEq/L).

2 PASSOS QUE SÃO A BASE DA INTERPRETAÇÃO

1 . ACIDOSE OU ALCALOSE

Vejam o PH           
VALORES NORMAIS ENTRE 7,35 - 7,45

Se estiver acima de 7, 45 => ALCALOSE

Se estiver abaixo de 7, 35 => ACIDOSE

2. RESPIRATÓRIA OU METABÓLICA

Vejam BICARBONATOS e pCO2

BICARBONATOS 
VALORES NORMAIS ENTRE 22 - 26 mEq/l

pCO2
VALORES NORMAIS ENTRE 35- 45 mmHg

BICARBONATOS se acima 26 mEq/l     => ALCALOSE
BICARBONATOS se abaixo 22 mEq/l   => ACIDOSE

pCO2 se sobe => ACIDOSE

pCO2 se desce => ALCALOSE



QUADRO DE INTERPRETAÇÃO RÁPIDA



EXEMPLOS:
CASO 1


pH: 7,23 - pCO2: 67 mmHg - HCO3: 25 mEq/l


1 – Ph: 7,23  BAIXO => ACIDOSE
2 – pCO2: 67 mmHg = pCO2 ALTA => pCO2 alta provoca ACIDOSE

HCO3: 25 mEq/l = HCO3 NORMAL
ESTAMOS PERANTE UMA  ACIDOSE RESPIRATORIA

CASO 2


Ph: 7,20 - pCO2: 31 mmHg - HCO3: 19 mEq/l

1 – Ph: 7,20 à Ph BAIXO = ACIDOSE
2 – pCO2: 31 mmHg = pCO2 BAIXO > pCO2 baIXO provoca ALCALOSE

HCO3: 19 mEq/l = HCO3 BAJO > HCO3 baixo provoca ACIDOSE
ESTAMOS PERANTE UMA ACIDOSE METABÓLICA



PODE TAMBÉM CONSULTAR NESTE BLOGUE AS LIGAÇÕES ABAIXO




Ligações Referência: 
https://asfure.org/web/blog/interpretacion-basica-de-una-gasometria-arterial-n3
https://notasdauci.wordpress.com/2012/11/15/interpretacao-de-gasometrias/














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ULCERAS DE PRESSÃO - VIDEO



VIDEO SOBRE ULCERAS DE PRESSÃO... MUITO BOM...

Partilho este video sobre ulceras de pressão... um tema sempre actual em que a sensibilização para este problema nunca é exagerada...

.... Espero que gostem como eu gostei...

Abraço





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Hérnia Discal Lombar: O Essencial

​ 🧠  Hérnia Discal Lombar: O Essencial 📌  Definição A hérnia discal lombar ocorre quando o núcleo pulposo de um disco intervertebral se de...